Quais são as novidades mais recentes que a empresa destaca para apresentar na SAGALEXPO – Sabores de Portugal?
Teremos o lançamento das marcas delSol em óleos alimentares, fagulha vinagres e a nova marca La Blanquita nas farinhas, que já é um sucesso na Centro América.
De que forma está a ser preparado e trabalhado o espaço de exposição para garantir uma presença atrativa e diferenciadora na SAGALEXPO?
Está a ser preparado com muito afinco, sobretudo critério e objetividade na seleção dos nosso potenciais alvos/clientes.
De que forma a participação na SAGALEXPO pode contribuir para reforçar a notoriedade da empresa e impulsionar o crescimento de clientes internacionais?
A SAGAL é para nós em termos de feiras nacionais com direção à exportação o certame que está sempre na nossa agenda, não tem como não estarmos.
Que tendências do setor agroalimentar, a empresa pretende acompanhar ou reforçar através da presença na feira?
Sendo a PARGASOR uma empresa exportadora, pretendemos acompanhar tendências de qualidade, sustentabilidade e internacionalização, tentando sempre adaptar os nossos produtos às exigências dos mercados exteriores.
Que objetivos específicos foram definidos para esta participação na SAGALEXPO?
Primeiramente, voltar a estar, os clientes já se habituaram a que estejamos no certame, isso é positivo. O objetivo é o de sempre: reforçar contatos e fazer novos.
Em que medida a participação na SAGALEXPO contribui para reforçar a identidade, autenticidade e posicionamento da marca nos mercados externos?
A SAGAL é um evento que contribui e em muito para reforçar a identidade/presença na cena internacional da exportação.
Qual tem sido o peso das exportações na atividade da empresa?
100% pois a PARGASOR group só exporta.
E de que forma tem evoluído nos últimos anos?
Tem oscilado com algum significado, pois o mercado da exportação tem muitos fatores que acabam por fazer dependência no resultado final, legislação, impostos, etc.
Quais são atualmente os mercados externos mais relevantes para a empresa?
Todo o canal centro americano e continua a ser África o principal destino das nossas exportações.
Que outros novos mercados internacionais a empresa pretende alcançar através da SAGALEXPO?
Todos quantos possíveis, até porque a Sagal é a nossa ferramenta para o efeito, sem dúvida.
Que impacto a PARGASOR espera que esta participação tenha no crescimento das exportações e no reforço da presença da empresa além-fronteiras?
Primeiramente, reforçar a nossa posição com os que já temos e consolidar junto de outros que tem vindo ao certame mas ainda não aconteceu. Esta nova edição da SAGAL é mais uma oportunidade para tentarmos estreitar a relação, e é sempre bom estarmos presente no certame para isso.
Que outros aspetos considera importantes destacar sobre a presença na SAGALEXPO ou sobre os projetos futuros da empresa?
A presença na SAGAL é inevitável para qualquer empresa que quer exportar. É um certame preparado e direcionado para exportar, valorizar os produtos Portugueses e o País lá fora. Quanto a projetos futuros passa por estar no ano 2027, sem sombra de dúvidas, independente do resultado de 2026. É imperativo estarmos em 2027, e seguintes só assim se conseguem os resultados, consistência e persistência.

