Quais são as novidades mais recentes que a empresa destaca para apresentar na SAGALEXPO – Sabores de Portugal?
Vamos apresentar três produtos novos, específicos para o Canal Horeca e supermercados, que para já, não queremos passar mais informação.
De que forma está a ser preparado e trabalhado o espaço de exposição para garantir uma presença atrativa e diferenciadora na SAGALEXPO?
Sem modéstia da nossa parte, mas estamos em crer, que já em anos anteriores, e será igualmente este ano, o stand que marcará a presença da Limiana nesta importante feira, é sem dúvida um dos mais bonitos, o que prestigia a marca Limiana, mas principalmente a SAGAL.
Que produtos, lançamentos ou inovações vão estar ao dispor dos visitantes profissionais que procuram marcas portuguesas para os seus mercados?
A Limiana é uma marca de charcutaria, da melhor charcutaria que se faz em Portugal, com bastante sucesso nos mercados externos, queremos reforçar essas parcerias e arranjar novas, oferecendo o melhor que se produz em Portugal neste setor.
De que forma a participação na SAGALEXPO pode contribuir para reforçar a notoriedade da empresa e impulsionar o crescimento de clientes internacionais?
Este é um caminho que temos vindo a fazer convosco desde sempre. Se o caminho não fosse positivo, se o caminho não nos trouxesse notoriedade, já teríamos certamente mudado a estratégia. Estamos cientes que a feira é importante, é positiva, mas como estamos presentes em muitos anos sucessivos, muito do tempo que passamos na feira é para receber os nossos amigos parceiros de sempre, o que só por si já é positivo. No entanto, vamos conhecendo outros potenciais parceiros, que é também um dos fortes objetivos.
Que tendências do setor agroalimentar, a empresa pretende acompanhar ou reforçar através da presença na feira?
Portugal é um país periférico, com 11 milhões de habitantes, mas embora pequeno, tem muitos costumes gastronómicos. Muito do que exportamos são esses sabores característicos que os milhões de emigrantes portugueses gostam de adquirir nos países onde habitam. Isso, digamos que é a fatia maior de tudo o que exportamos. No entanto, de há uns anos a esta parte, até porque essa questão da portugalidade cada vez é menos expressiva, e mais do que estarmos focados nos emigrantes portugueses de 1ª geração, hoje o que existe são habitantes europeus e do mundo, muitos deles de 2ª e 3ª geração de portugueses que ligam pouco aos sabores tradicionais dos seus avós de Portugal, por isso mesmo, e cada vez mais, mantemos e reforçamos essas gamas mais tradicionais, mas estamos a investir em gamas mais “europeias” e transversais aos consumidores de cada país, independentemente de terem raízes portuguesas ou não.
Que objetivos específicos foram definidos para esta participação na SAGALEXPO?
Dignificar a marca e os seus produtos, reforçar os laços com os nossos atuais parceiros que visitem a feira, dar a conhecer a marca a outros potenciais clientes e mercados.
Em que medida a participação na SAGALEXPO contribui para reforçar a identidade, autenticidade e posicionamento da marca nos mercados externos?
É um local privilegiado para conhecer olhos nos olhos as pessoas, os produtos, o sabor, e que eles nos conheçam a nós.
Qual tem sido o peso das exportações na atividade da empresa? E de que forma tem evoluído nos últimos anos?
O mercado europeu tem crescido ano após ano, mas o mercado africano é ainda o mais importante. Hoje, a exportação tem um peso significativo em tudo o que produzimos.
Quais são atualmente os mercados externos mais relevantes para a empresa?
O mercado europeu e africano são os que mais peso têm, no entanto enviamos produtos para mais dois continentes. Digamos que, passo a passo, a conquista do mundo, é o nosso objectivo. Todos os anos colocamos mais uma ou várias bandeiras de Portugal e da Limiana, do que bem aqui se produz, em mercados onde não estávamos presentes. É o nosso “fado” desde que Portugal é Portugal. Conquistar o mundo.
Que impacto espera que esta participação tenha no crescimento das exportações e no reforço da presença da empresa além-fronteiras?
Pode haver surpresas agradáveis. Todos os anos há essa expectativa.
Que evolução esperam alcançar em termos de resultados financeiros, nomeadamente ao nível da faturação e da rentabilidade?
O investimento que fazemos tem como principio dignificar a marca e receber bem quem nos visita. A rentabilidade pode, ou não, vir, do resultado futuro dos contactos efetuados.

