O que motivou a vossa presença nesta edição da EXPOAUTO?
A presença da Polestar na EXPOAUTO surge de forma muito natural enquanto marca focada na mobilidade elétrica e na inovação. Esta é mais uma oportunidade para estarmos próximos do público português, especialmente no centro do País, uma zona onde ainda não estamos representados no retalho.
Esta é a nossa segunda presença na EXPOAUTO sendo que em 2025, verificámos um grande interesse na nossa marca. Vamos aproveitar para mostrar o nosso posicionamento, a nossa visão e, sobretudo, proporcionar uma experiência direta com os nossos modelos. O principal objetivo passa por aumentar o conhecimento acerca da Polestar, continuar a desmistificar a mobilidade elétrica e gerar contactos com clientes cada vez mais interessados em soluções de mobilidade sustentável.
Que novidades ou lançamentos vão apresentar durante o evento?
Nesta edição teremos em destaque os modelos Polestar 2, Polestar 3 e Polestar 4, que representam a evolução natural da marca em termos de design, performance e tecnologia. Gostaria de destacar o Polestar 4, em particular, que é o nosso best seller e tem vindo a surpreender pelo seu conceito diferenciador – nomeadamente a ausência de vidro traseiro e a forte integração tecnológica. Realce também para o nosso ecossistema digital, com Google integrado que continua a ser muito valorizado pelos visitantes.
Que tendências sentem hoje com mais força junto dos consumidores?
Sentimos claramente um aumento do nível de informação e de maturidade dos consumidores. Hoje, o cliente chega mais preparado, com maior conhecimento sobre autonomia, carregamento e custos de utilização. Temos visto também que com o escalar dos preços do combustível, existe uma curiosidade cada vez maior em relação à mobilidade elétrica, já acompanhada por uma intenção real de mudança. A mobilidade elétrica deixou de ser apenas uma alternativa para se afirmar como uma escolha consciente e informada.
Quais são os preconceitos que sentem necessidade de desconstruir com maior frequência?
Ainda existem algumas dúvidas recorrentes, normais, sobretudo relacionadas com a autonomia real dos veículos, os tempos de carregamento e a durabilidade das baterias. Outra questão prende-se com a rede de carregamento. O nosso papel passa por esclarecer com dados concretos e demonstrar, na prática, que a utilização diária é, na maioria dos casos, mais simples do que se imagina. É isso que pretendemos fazer na Batalha.
Que experiência procuraram criar no vosso espaço?
Procuramos criar uma experiência imersiva da marca. O visitante pode conhecer os modelos de perto, explorar os interiores minimalistas e tecnológicos, interagir com o sistema de infotainment e perceber o posicionamento premium e sustentável da Polestar. Sempre que possível, incentivamos também o contacto dinâmico com os veículos, porque acreditamos que a condução é decisiva na perceção final.
Como encaram este momento de transformação do setor automóvel?
Estamos num momento de transformação estrutural, impulsionado tanto por fatores regulatórios como por uma mudança real na procura. Acreditamos que este contexto está claramente a acelerar a inovação. Para marcas como a Polestar, que nasceram já com um ADN elétrico, este é um cenário natural, que valida a nossa estratégia e reforça a importância de continuar a investir em tecnologia e em sustentabilidade.
Portugal está mais preparado para a mobilidade elétrica?
Portugal tem evoluído de forma muito positiva, quer ao nível da infraestrutura, quer na oferta disponível no mercado. Ainda assim, há margem para melhorias, sobretudo na expansão e fiabilidade da rede de carregamento público, bem como na simplificação da experiência de utilização. A confiança do consumidor continuará a crescer à medida que estas áreas evoluírem.
Os veículos eletrificados estão a tornar-se mais acessíveis?
Temos assistido a uma tendência de maior acessibilidade, impulsionada pela evolução tecnológica e pelo aumento da escala de produção. Paralelamente, quando se olha para o custo total de utilização, os veículos elétricos já apresentam vantagens claras em muitos cenários. Esperamos que esta tendência continue, tornando a mobilidade elétrica cada vez mais transversal.
Que perfil de visitante esperam encontrar na EXPOAUTO?
Acredito que iremos encontrar vários tipos de visitantes. Continuamos a ver o público curioso (cada vez em maior número), mas há também um número crescente de visitantes com intenção concreta de compra. Muitos já estão numa fase avançada de decisão e procuram apenas validar a sua escolha através da experiência direta com os modelos.
Que papel terá a inteligência artificial e o software na experiência de condução?
O software e a inteligência artificial vão desempenhar um papel central na evolução do automóvel. Desde sistemas de assistência à condução mais avançados até à personalização da experiência a bordo, passando pela integração com serviços digitais, o automóvel está cada vez mais próximo de ser uma plataforma tecnológica. No caso da Polestar, essa integração já é uma realidade, com atualizações remotas e sistemas inteligentes que melhoram continuamente a experiência do utilizador.
Por que é que ninguém deve perder esta edição da EXPOAUTO?
A EXPOAUTO é uma excelente oportunidade para conhecer de perto o futuro da mobilidade. Reúne num só espaço as principais tendências, tecnologias e novidades do setor. No caso da Polestar, é também uma oportunidade para nos ficarem a conhecer melhor. Acreditamos que temos um posicionamento único no mercado premium ao combinarmos, design, performance e sustentabilidade de uma forma inigualável. Acredito que são estes pilares que nos têm vindo a fazer crescer em Portugal de forma sustentada. Vale a pena visitar, experimentar e formar uma opinião própria.

