Que novidades vão apresentar na EXPOMOTO 2026 e por que razão este é o espaço indicado para as revelar ao público?
Na EXPOMOTO não vamos apenas mostrar novos modelos – vamos mostrar a direção que acreditamos que o mercado deve seguir. Vamos apresentar uma evolução clara do nosso portefólio: mais tecnologia útil, mais coerência de gama e propostas que elevam o padrão de value-performance no mercado português. Levaremos uma proposta integrada, com natural destaque para a SWM, a Yadea e a ATAC. Este é o palco certo porque é aqui que o setor se confronta com a realidade – com o público, com a crítica e com a concorrência. Quem quer liderar não pode viver em silêncio, fechado entre quatro paredes. Tem de dizer presente e participar.
De que forma a presença na EXPOMOTO se enquadra na estratégia da marca para 2026, tanto ao nível comercial como de proximidade com os amantes e utilizadores das duas rodas?
Para nós, a EXPOMOTO não é visibilidade – é posicionamento. Investimos de forma decisiva porque acreditamos que a liderança se constrói com presença real, proximidade e compromisso com o mercado. Comercialmente acelera oportunidades. Estrategicamente consolida relevância. A feira não é um momento isolado. É um ponto de ancoragem da nossa execução.
O setor das motas tem vivido uma grande evolução tecnológica. Que tendências ou inovações acredita que mais vão marcar esta edição da feira?
Estamos a assistir ao fim da era do “equipamento premium reservado a poucos”.
O futuro do setor passa, por exemplo, por tecnologia funcional e integrada, performance acessível e segurança como padrão. O mercado está mais exigente e mais informado – e isso é positivo. Obriga todos a elevar o nível. Quem não acompanhar esta evolução ficará rapidamente para trás.
A EXPOMOTO atrai não só motociclistas experientes, mas também novos públicos. Que propostas têm preparadas para quem está a dar os primeiros passos neste universo?
Se queremos que o setor cresça, temos de tornar a entrada mais acessível, mais clara e mais inspiradora. Estamos focados em oferecer produtos equilibrados, um acompanhamento comercial e técnico cada vez mais próximo e uma experiência informada. Não se trata apenas a vender mais motos, peças ou acessórios. O verdadeiro desafio é expandir a comunidade.
Que desafios enfrenta atualmente o setor das duas rodas em Portugal e como é que eventos como a EXPOMOTO podem ajudar a superá-los?
O setor enfrenta pressão económica, transformação tecnológica e necessidade de proximidade com o utilizador. Eventos como a EXPOMOTO são essenciais porque trazem clareza. Reduzem ruído, criam experiência direta e reforçam confiança – três fatores críticos num mercado competitivo.
Que importância tem o contacto directo com o público num evento presencial como este, num contexto cada vez mais digital?
Num mundo digital, o contacto físico tornou-se ainda mais valioso. A decisão neste setor é sempre visceral – sente-se. Ergonomia, qualidade construtiva, presença são coisas que não se descarregam num ecrã. O digital informa. O contacto real cria convicção.
Além dos modelos em exposição, que experiências, ativações ou surpresas estão a preparar para quem visitar o vosso espaço?
Estamos a construir um espaço que pretende comunicar identidade – não apenas catálogo. Visualmente forte, integrado e com algumas dinâmicas de engagement. O objetivo é que o visitante não veja apenas produto, antes perceba a visão.
A sustentabilidade é um tema cada vez mais relevante. Que respostas ou soluções a vossa marca está a desenvolver nesta área e que poderão ser conhecidas na feira?
A sustentabilidade relevante não é marketing – é engenharia, logística e responsabilidade operacional. Estamos a trabalhar nesse equilíbrio com pragmatismo: evolução tecnológica, eficiência e compromisso industrial. Exemplo claro desta preocupação é a Yadea – que temos o orgulho de distribuir em Portugal -, e o seu compromisso tecnológico e industrial com a sustentabilidade, também por ser o maior fabricante de motos elétricas do mundo. Falamos de progresso real, não apenas de um slogan irrelevante.
O que distingue a EXPOMOTO de outros eventos do setor e o que faz com que continue a ser uma referência ao fim de 27 edições?
A sua autenticidade e densidade de comunidade. Não é apenas um evento – é o ponto de encontro do setor. E manterá relevância enquanto for capaz de manter ligação à realidade do mercado e dos utilizadores.
Que expectativas têm relativamente ao impacto comercial e mediático desta participação na EXPOMOTO?
Temos expectativas elevadas porque o investimento e preparação são proporcionais. A feira é um multiplicador – e estamos preparados para maximizar esse efeito.
Que mensagem gostaria de deixar ao público que ainda está a ponderar visitar a feira entre 23 e 26 de abril, na EXPONOR?
Se há curiosidade pelas duas rodas, este é o momento. É onde se vê o presente e onde se percebe quem está a construir o futuro. Estaremos lá com essa ambição.
O que podemos esperar do futuro da marca e de que forma a EXPOMOTO marca o arranque de novos lançamentos ou projetos?
Estamos numa fase de expansão estruturada e confiante. Mais portefólio. Mais presença. Mais capacidade de execução. A EXPOMOTO marca o início visível desse próximo ciclo.

