Quais são as novidades mais recentes que a empresa destaca para apresentar na SAGALEXPO – Sabores de Portugal?
A principal novidade que levamos à SAGALEXPO é a consolidação do nosso posicionamento enquanto produtor português de salgados tradicionais de qualidade superior, pensado tanto para o mercado nacional como para os mercados internacionais. Mais do que lançar um produto isolado, apresentamos uma abordagem clara de diferenciação, assente em receitas tradicionais, matérias-primas selecionadas, formatos adaptados ao canal profissional e uma lógica de parceria de longo prazo com clientes que valorizam qualidade e consistência.
De que forma está a ser preparado e trabalhado o espaço de exposição para garantir uma presença atrativa e diferenciadora na SAGALEXPO?
O nosso espaço está a ser pensado como um ponto de contacto real com o produto, onde a degustação tem um papel central. Acreditamos que a qualidade não se explica apenas — prova-se. O stand será simples, funcional e focado no essencial: produto, conversa e relacionamento. Queremos criar um ambiente próximo, profissional e honesto, que reflita aquilo que somos enquanto empresa e a forma como trabalhamos com os nossos parceiros.
Que produtos, lançamentos ou inovações vão estar ao dispor dos visitantes profissionais que procuram marcas portuguesas para os seus mercados?
Os visitantes poderão conhecer a nossa gama de salgados tradicionais ultracongelados, com destaque para: Rissóis e croquetes de carne. Bolinhos de bacalhau. Camarão em diferentes calibres. Chamuças e formatos diferenciadores como os “Miminhos”. Mais do que quantidade, destacamos a coerência da gama, a qualidade do produto final e a possibilidade de adaptação a diferentes mercados e canais, incluindo projetos de private e White label.
De que forma a participação na SAGALEXPO pode contribuir para reforçar a notoriedade da empresa e impulsionar o crescimento de clientes internacionais?
A SAGALEXPO é uma oportunidade estratégica para afirmar uma visão diferente do produto português no exterior. Em muitos mercados da diáspora, o produto português existente é de primeiro preço. A nossa participação visa mostrar que há uma alternativa: um produto com melhor sabor, melhor apresentação e maior consistência, sem perder ligação à realidade do mercado. A feira permite-nos reforçar relações existentes, criar novas oportunidades e posicionar a Rissolaria Tradicional como um parceiro sério, preparado para crescer de forma sustentável no mercado internacional.
Que tendências do setor agroalimentar a empresa pretende acompanhar ou reforçar através da presença na feira?
Acompanhamos de perto tendências como: Valorização da qualidade e da autenticidade. Maior exigência ao nível de ingredientes e processos. Procura por produtos práticos, mas com identidade. Crescente interesse por soluções diferenciadas no canal profissional. A nossa aposta passa por não descaracterizar o produto tradicional, mas sim elevá-lo, respeitando a sua origem e adaptando-o às exigências atuais do mercado.
Que objetivos específicos foram definidos para esta participação na SAGALEXPO?
Os nossos objetivos são claros e realistas: Reforçar o posicionamento da marca no segmento de qualidade. Desenvolver contactos internacionais com potencial real. Aprofundar relações com parceiros já existentes. Criar bases sólidas para crescimento sustentável pós-féira. Não procuramos volume imediato, mas decisões conscientes e parcerias duradouras.
Em que medida a participação na SAGALEXPO contribui para reforçar a identidade, autenticidade e posicionamento da marca nos mercados externos?
A presença na SAGALEXPO permite-nos contar a nossa história na primeira pessoa: quem somos, como produzimos e porque fazemos diferente. É uma oportunidade para reforçar a identidade da marca como produtor português que não abdica da qualidade, mesmo quando opera em mercados tradicionalmente mais sensíveis ao preço.
Qual tem sido o peso das exportações na atividade da empresa? E de que forma tem evoluído nos últimos anos?
As exportações têm vindo a crescer de forma gradual e controlada. A internacionalização foi feita passo a passo, privilegiando mercados próximos e clientes com potencial real. A prioridade tem sido crescer com estabilidade, garantindo que conseguimos responder bem a cada mercado.
Quais são atualmente os mercados externos mais relevantes para a empresa?
Atualmente, destacam-se mercados europeus com forte presença da diáspora portuguesa, nomeadamente: França, Bélgica, Alemanha, Suiça e Espanha. São mercados onde existe procura, mas também espaço para reposicionar o produto português num patamar superior.
Que outros novos mercados internacionais a empresa pretende alcançar através da SAGALEXPO?
Através da SAGALEXPO, pretendemos consolidar presença em mercados europeus onde ainda estamos numa fase inicial e explorar oportunidades em novos países da Europa, sempre com uma abordagem faseada e sustentada. O crescimento internacional será feito com critério, respeitando a capacidade produtiva e a identidade da marca.
Que impacto espera que esta participação tenha no crescimento das exportações e no reforço da presença da empresa além-fronteiras?
Esperamos que a SAGALEXPO funcione como um acelerador de decisões, permitindo transformar contactos em projetos concretos nos meses seguintes à feira. Mais do que um impacto imediato, o objetivo é fortalecer a presença internacional e criar condições para um crescimento contínuo e estruturado.
Que evolução esperam alcançar em termos de resultados financeiros, nomeadamente ao nível da faturação e da rentabilidade? Quais são os principais fatores que sustentam esta expectativa?
Esperamos uma evolução positiva e equilibrada, assente em: Crescimento gradual do número de clientes, Maior estabilidade nas exportações, Gestão rigorosa de custos e margens Acreditamos que resultados sustentáveis vêm de decisões bem pensadas e relações de confiança.

