Como descrevia a Panificadora Marques Filipe a cliente internacional?
Somos uma empresa portuguesa do setor alimentar, com uma forte ligação à produção nacional e uma aposta contínua na valorização de matérias-primas de origem portuguesa. Desenvolvemos produtos que conciliam tradição, segurança alimentar, capacidade industrial e adaptação às exigências dos mercados internacionais, procurando parceiros e clientes que valorizem qualidade, fiabilidade e visão de longo prazo.
O que motiva a vossa aposta na SAGALEXPO e o que esperam encontrar nesta nova edição?
A SAGALEXPO afirma-se como uma plataforma estratégica para a internacionalização do setor agroalimentar português. Apostamos neste certame pela qualidade do networking, pelo perfil profissional dos participantes e pela capacidade de gerar contactos qualificados. Esperamos encontrar oportunidades concretas de negócio, novos mercados e parcerias sustentáveis que acrescentem valor real ao nosso posicionamento internacional.
Na vossa perspetiva, o que distingue Portugal como um parceiro de confiança no setor agroalimentar?
Portugal distingue-se pela combinação entre saber-fazer tradicional, elevados padrões de qualidade e segurança alimentar, flexibilidade produtiva e compromisso com relações comerciais duradouras. A capacidade de adaptação às necessidades específicas de cada mercado é um fator-chave que reforça a confiança dos parceiros internacionais.
O que faz com que os produtos portugueses se destaquem no mercado internacional?
Os produtos portugueses destacam-se pela autenticidade, pela qualidade das matérias-primas e pela crescente capacidade de inovação. Existe um equilíbrio muito interessante entre tradição e modernização, que permite oferecer produtos diferenciados, competitivos e alinhados com as tendências globais de consumo.
Quais são os aspetos que mais impressionam os compradores internacionais?
Destacamos a resiliência, o rigor e a forte orientação para a qualidade. Os produtores portugueses demonstram um elevado sentido de responsabilidade, preocupação com a consistência do produto e uma grande abertura para adaptar processos e formatos às exigências dos clientes internacionais.
Como descreve o ambiente de negócio proporcionado pela SAGALEXPO?
A SAGALEXPO proporciona um ambiente de negócio profissional, organizado e orientado para resultados. Existe uma clara preocupação em facilitar encontros relevantes, promover o diálogo entre produtores e mercados internacionais e criar condições propícias à concretização de parcerias comerciais.
De que forma este evento contribui para aproximar a Marques Filipe dos mercados internacionais?
Este tipo de evento é fundamental para reduzir distâncias, criar confiança e dar visibilidade à oferta nacional. A SAGALEXPO funciona como um ponto de contacto direto, onde é possível conhecer produtos, processos e pessoas, acelerando o processo de decisão e de entrada em novos mercados.
Como avalia o potencial de crescimento dos produtos portugueses no exterior?
O potencial é significativo. A procura por produtos de qualidade, com identidade, origem clara e processos controlados está a crescer, e Portugal está bem posicionado para responder a essa tendência. Existe margem para aumentar volumes, diversificar mercados e consolidar presença em geografias onde os produtos portugueses já são reconhecidos.
Quais são, na sua opinião, os principais desafios para reforçar a expansão internacional?
Os principais desafios passam pela gestão da escala, pela logística internacional, pela adaptação regulatória a diferentes mercados e pela necessidade de planeamento conjunto entre produtores e clientes. A aposta em organização, previsibilidade e inovação será determinante para sustentar o crescimento.
Quais são as expectativas de evolução em termos financeiros nos próximos anos?
As expectativas passam por um crescimento sustentado, assente no reforço da presença internacional, na valorização do portefólio de produtos e em parcerias comerciais de médio e longo prazo. A eficiência operacional, a inovação e o foco em mercados estratégicos são fatores essenciais para suportar esta evolução.

