Quais são as novidades mais recentes que a empresa destaca para apresentar na SAGALEXPO – Sabores de Portugal?
Apostamos na consolidação do portfólio das marcas — Casa de Santa Vitória, Quinta do Val Moreira e Paço do Curutelo, foco também em edições limitadas e no reforço da aposta em vinhos de elevada qualidade com forte identidade regional. Queremos também comunicar mais e melhor as nossas gamas premium.
De que forma está a ser preparado e trabalhado o espaço de exposição para garantir uma presença atrativa e diferenciadora na SAGALEXPO?
O espaço foi pensado para transmitir a autenticidade e a origem das nossas marcas, com imagens que refletem o terroir de cada região — Alentejo, Douro e Vinhos Verdes. Apostamos numa imagem elegante e com forte componente visual.
Que produtos, lançamentos ou inovações vão estar ao dispor dos visitantes profissionais que procuram marcas portuguesas para os seus mercados?
Os visitantes poderão conhecer novas colheitas, vinhos de gamas mais elevadas ou premium e algumas edições especiais com potencial diferenciador para mercados externos.
De que forma a participação na SAGALEXPO pode contribuir para reforçar a notoriedade da empresa e impulsionar o crescimento de clientes internacionais?
Esta participação permite-nos apresentar de forma detalhada todas as nossas marcas, directamente a importadores e distribuidores internacionais. Na SAGAL encontramos os “decision makers” de vários mercados diferentes.
Que tendências do setor agroalimentar, a empresa pretende acompanhar ou reforçar através da presença na feira?
Estamos atentos à crescente valorização dos vinhos premium, mas também aos novos hábitos de consumo.
Que objetivos específicos foram definidos para esta participação na SAGALEXPO?
Aumentar o nosso conhecimento acerca de alguns mercados estratégicos. E esperamos gerar reais oportunidades para negócio.
Em que medida a participação na SAGALEXPO contribui para reforçar a identidade, autenticidade e posicionamento da marca nos mercados externos?
A feira permite-nos comunicar diretamente os valores que distinguem as nossas marcas — autenticidade, ligação ao território e qualidade. Este contacto direto com o mercado internacional é fundamental para posicionar os nossos vinhos como referências de origem portuguesa, com identidade própria e valor acrescentado.
Qual tem sido o peso das exportações na atividade da empresa? E de que forma tem evoluído nos últimos anos?
A exportação tem de assumir um peso cada vez maior e mais relevante dentro da empresa. Nos últimos anos temos vivido alguns altos e baixos, muito motivados pela conjuntura mundial.
Quais são atualmente os mercados externos mais relevantes para a empresa?
Brasil, Europa Central e esperamos muito do Canadá.
Que outros novos mercados internacionais a empresa pretende alcançar através da SAGALEXPO?
África, USA, Países nórdicos e Reino Unido.
Que impacto espera que esta participação tenha no crescimento das exportações e no reforço da presença da empresa além-fronteiras?
Esperamos que contribua com o aumento das oportunidades comerciais. E também que nos permita a abertura a novos mercados.
Que evolução esperam alcançar em termos de resultados financeiros, nomeadamente ao nível da faturação e da rentabilidade?
Queremos consolidar algumas parcerias antigas já existentes, agarrar novos mercados e com isso motivar o crescimento em cerca de 30% no volume de vendas.

