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Everjets fornece helicópteros e investe quatro milhões no aeroporto do Porto

25 de Março de 2013

A Everjets, empresa que ganhou o concurso público de fornecimento ao Estado de 25 helicópteros ligeiros de combate aos fogos florestais, anunciou esta sexta-feira, dia 22,  o investimento de quatro milhões de euros num hangar/sede no Aeroporto Sá Carneiro, no Porto, o qual já está em fase final de construção.

Pedro Silva, presidente do Conselho de Administração da Everjets e líder do Grupo Ricon, explicou que este investimento permitirá o desenvolvimento e internacionalização da empresa de aviação executiva. O novo hangar, com uma área coberta de 3,5 mil metros quadrados e uma área total de 5.000 metros quadrados, poderá receber aeronaves de grande porte para trabalhos de manutenção, sendo uma infra-estrutura que não existia no Aeroporto Sá Carneiro nem em nenhum outro ponto do País para além de Lisboa.A Everjets investimento de quatro milhões de euros num hangar/sede no Aeroporto Sá Carneiro, no Porto

Estas características não só dotam o maior aeroporto do Norte do País de uma infra-estrutura muito importante para o seu desenvolvimento, como permitem à Everjets ampliar o seu portefólio de serviços, uma vez que poderá ceder o seu hangar para operações de manutenção a grandes aviões, que até agora tinham de ser executadas em Lisboa ou fora do país.

A Everjets já em 22 de Fevereiro entregou à entidade adjudicante todos os documentos contratualmente exigíveis, assim como prestou a caução exigida, no valor de cerca de dois milhões de euros – a mais elevada de sempre e pela primeira vez apresentada antes da assinatura do contrato.

Pedro Silva, presidente do conselho de administração da Everjets e líder do Grupo Ricon.

Para além de uma escola de pilotagem, o novo hangar albergará ainda a nova sede da Everjets, que concentrará e desenvolverá toda a sua operação a partir do Aeroporto Sá Carneiro, sendo a única empresa de aviação executiva sediada no Porto e a operar a partir da capital do Norte do País.

O presidente do Conselho de Administração da Everjets anunciou ainda que o contrato com a EMA/INEM, de fornecimento de 25 helicópteros ligeiros de combate aos fogos florestais, será assinado dentro de poucos dias. Pedro Silva explicou que, depois de, no início da semana passada, a entidade adjudicante ter entrado com uma resolução fundamentada no Tribunal de Sintra, o que anula os efeitos da providência cautelar que tinha sido proposta pelo concorrente derrotado, há todas as condições para assinar o contrato com o Estado.

A Everjets já em 22 de Fevereiro entregou à entidade adjudicante todos os documentos contratualmente exigíveis, assim como prestou a caução exigida, no valor de cerca de dois milhões de euros – a mais elevada de sempre e pela primeira vez apresentada antes da assinatura do contrato.

Pedro Silva revelou que a Everjets tem assegurados todos os meios materiais e humanos para garantir a parte que lhe compete do dispositivo de combate aos fogos: “Naturalmente, temos garantidos todos os meios necessários desde o momento em que nos apresentámos a concurso”, disse o presidente da Everjets.

A Everjets investimento de quatro milhões de euros num hangar/sede no Aeroporto Sá Carneiro, no Porto

José Pereira, o director operacional da Everjets, um piloto comandante com milhares de horas de voo e uma larga experiência na operação de combate aos fogos florestais, que coordenará todo o dispositivo que compete à Everjets, explicou a forma como está planeada a operação e como serão usados todos os meios a partir de 1 de Junho, data de início do dispositivo. Os primeiros três helicópteros serão apresentados para operação a 1 de Junho.

A Everjets investimento de quatro milhões de euros num hangar/sede no Aeroporto Sá Carneiro, no Porto

Pedro Silva, à esquerda, com o comandante José Pereira e o administrador Paulo Faria

A Everjets, empresa de aviação executiva com cerca de três anos de existência possui neste momento uma frota de aeronaves executivas composta por um helicóptero Eurocopter SA 365 N Dauphin e um jacto Embraer Phenom 300, estando em fase de aquisição um jacto Embraer Legacy 500. Isto para além, claro, dos helicópteros de combate aos fogos, parte importante dos quais serão próprios, a complementar com meios alugados, como é normal neste tipo de operações.

A empresa de aviação executiva integra o Grupo Ricon, com origem nos têxteis (sector em que é o segundo maior grupo do país), mas que actua em diversos sectores e que factura cerca de 100 milhões de euros anualmente. No seu portefólio conta com marcas como a Gant, Decenio, Henry Cortoons, Jacob Cohen e Less is More, entre outros. O Grupo tem ainda actividade na Amética Latina e nos PALOP, estando igualmente nos sectores automóvel (detém os Centros Porsche do Porto e de Braga) e imobiliário. (Informação da marca).

 

 

 

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