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Empresários da diáspora em Portugal para promover negócios

6 de Dezembro de 2013

Um conjunto de duas dezenas de empresários portugueses emigrantes participa no 3º Encontro Empresarial da Diáspora, organizado pela Associação Empresarial da Região de Leiria (NERLEI), com o objectivo de “promover a região e oferecer oportunidades de negócio” às comunidades portuguesas e de luso-descendentes.

Está confirmada a presença no encontro, marcado para os dias 13 e 14 deste mês de Dezembro, de empresários oriundos do Canadá, Brasil, África do Sul, Reino Unido, Bélgica, Luxemburgo e França, para trocarem experiências e informação no sentido “de contribuírem para o crescimento da actividade económica do distrito”, como é objectivo da NERLEI.

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Valdemar Francisco, com a mulher e os filhos, que também integram o grupo empresarial

O potencial económico e de investimento de Leiria, a apresentação dos empresários da diáspora, mesas de negócios organizadas por sectores e um jantar-conferência no Castelo de Leiria, onde serão apresentados os Embaixadores de Negócios da NERLEI, marcam o primeiro dia de trabalhos, que têm o apoio da secretaria de Estado das comunidades portuguesas. O segundo dia é dedicado a visitar empresas.

O papel dos empresários da diáspora na ajuda à internacionalização das empresas portuguesas também será abordado durante a iniciativa, pois muitos deles têm desempenhado um papel activo nesta matéria.

“Há mais de 25 anos que trabalhamos com empresas portuguesas, instaladas em França, no que respeita à mão-de-obra, e com sede em Portugal, no referente ao fornecimento de matérias-primas”, destacou recentemente, ao jornal Região de Leiria, Valdemar Francisco, 60 anos, um empresário natural de Leiria, fundador da Holding Francis & Co, da área do imobiliário e construção civil, que factura 80 milhões de euros.

Jose Trovão de Porto de Mós

José Trovão (Fotos: Região de Leiria)

A mesma perspectiva foi transmitida por Carlos Matos, 61 anos, também de Leiria, que lidera em França o grupo de construção civil Saint Germain, com um volume de negócios de 70 milhões de euros: “Praticamente só trabalho com empresas portuguesas. Em cada obra, e tenho em média seis ou sete em andamento, subcontrato 22 de origem nacional, que podem ficar responsáveis por vários projectos”.

José Trovão, natural de Porto de Mós, 55 anos, em declarações ao mesmo jornal, deu o exemplo do seu “amigo” Carlos Matos na relação com Portugal: “Este ano já deu 20 milhões de euros em subempreitadas a empresas do distrito de Leiria”.

“Nós fazemos o máximo para dar trabalho a firmas do nosso País, em particular do distrito de Leiria”, adiantou o administrador da Axial, uma rede europeia de reparação automóvel, com centenas de representações em França, Holanda, Bélgica e Itália, que prepara a sua expansão para a Alemanha, Espanha e Portugal.

 

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