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Bebidas e bens alimentares querem consolidar e conquistar novos mercados

24 de Outubro de 2013

A consolidação dos mercados existentes e a conquista de novos negócios na exportação são as prioridades dos empresários do sector alimentar e bebidas, que nos últimos três dias mostraram, na Integral – Exposição de Produtos Alimentares e Bebidas de Portugal, muitos dos melhores produtos nacionais nesta área.

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Authentic Wines

Para Pedro Cabanita, gerente da Authentic Wines, a exposição “correspondeu às expectativas”, na medida em que estabeleceu contactos com importadores da Europa, da América do Sul e da China. “O nosso mercado preferencial é a Europa, mas fizemos contactos diferentes, o que foi muito interessante”, referiu.

A Authentic Wines consegue no exterior 90% do seu volume de negócios e, embora esteja aberta a estudar a entrada em qualquer mercado, assume que com “a gama de vinhos diferenciados, com um patamar de qualidade bastante elevado”, a sua estratégia principal passa por países-alvo na Europa, como a Inglaterra, Alemanha, Holanda e Bélgica.

O director de exportação da Indulac (Martins & Rebelo), Mário Moreira, também considera que a Integral foi “muito positiva”, porque permitiu-lhe reunir com clientes e estabelecer novos contactos.

Esta empresa da área dos lacticínios exporta desde 1996, para mais de 20 países, e quer alargar a sua presença aos países do Magrebe, Médio Oriente e Ásia. Os principais mercados têm sido a Europa, América e Sul de África (Angola e Moçambique). Segundo Mário Moreira, “a actividade de exportação tem vindo a crescer todos os anos, de forma equilibrada, nos EUA, Canadá, Brasil, Angola e na Europa em geral”.

Carnes valinho1

Carnes Valinho

Anabela Tereso, gerente das Carnes Valinho, destacou como positivo o facto de a feira ser “muito restrita, muito profissional”, onde as pessoas estiveram com “o intuito de fazer novos contactos, ter novas oportunidades e procurar melhor qualidade”.

A marca exporta 30% do volume de negócios, para Angola, Venezuela, França, Brasil e para outros países em quantidades menores.

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Indulac (Martins & Rebelo)

“Estamos à procura de novos mercados para os produtos congelados e transformados, embora estejamos mais direccionados para Angola. Mas estamos abertos a participar em qualquer outro, são sempre bem-vindos”, desta Anabela Tereso.

Já no início da exposição, na segunda-feira, 21, õ secretário de Estado da Alimentação e da Investigação Agro-alimentar, Nuno Vieira e Brito, tinha destacado que certames como a Intergal, “são espaços de ‘missão inversa’ onde se pode observar aquilo que de melhor se faz em Portugal, para que os importadores venham ter connosco, fundamentais na continuidade da nossa internacionalização”.

O Intergal foi a terceira ‘missão inversa’ promovida este ano pelo Centro de Exposições Exposalão, na Batalha, e contou com a presença de 150 importadores, ‘traders’ e responsáveis de compras de 25 países – da Europa, África, Médio Oriente, Ásia e América do Sul.

A representar Portugal estiveram 80 empresas de Norte a Sul do País.

 

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